fábio cavazotti informa e comenta

A diferança entre os assassinos de “grupos terroristas” e os assassinos de “Estados terroristas” é que os últimos convocam coletivas para explicar seus “motivos”. Que nojo ver Sharon e o porta voz da Casa Branca respondendo “perguntas” sobre a ação que matou o sheik palestino Ahmed Iassin!!!

Eles deviam estar respondendo a inquéritos policiais, isso sim!!!

Abaixo essa caterva de filhos de putas que está trazendo cada dia mais insegurança para o nosso planeta e, ao mesmo tempo,manchando a consciência coletiva mundial!!!

Publicado em 22 de março de 2004 às 16:41 por fabio

Comentários

  1. nicodemos
    • os judeus não deveriam estar lá. você sabe. eles são os culpados!
    • por grota
    • 22.Mar.2004 às 20:27 - Permalink - Reportar
    grota
    • Fábio, vc é um cara que só escreve sobre assuntos que o levem a refletir. Deve ser por isso que demora tanto p/ escrever. Não é?
    • por Luzita
    • 24.Mar.2004 às 14:12 - Permalink - Reportar
    Luzita
  2. fabio
    • Mala,

      Sabe que agora que estou morando junto com um muculmano aqui nesta MERDA desses Estados Unidos eu tenho mais nojo ainda de tudo isso!!! Essa falsa democracia ocidental, esses nojentos que acham que podem sair fudendo todo mundo! O pior de tudo e que americano e o povo mais burro desse mundo e tenho certeza que o asno do Bush vai ganhar de novo. Eu realmente tenho nojo disso aqui. So estou aqui mesmo porque o Murat esta, caso contrario, eu saia fora!!!
      Odeio a hipocrisia, o nojo de tudo isso...
      Sei que nao se deve odiar, mas eu sou totalmente a favor dos palestinos. E nao e so porque o Murat e muculmano nao... Quando eu estava na Turquia o melhor amigo da minha irma, o Rajaiea, um palestino, mostrava todos os dias como ele vivia num mundo caduco mesmo: ele ficou 5 anos sem poder voltar pra casa, sem poder ver ninguem da familia dele... So agora conseguiu... E agora que esta la vive no medo, mas como ele mesmo me disse, eles nasceram com o medo e entao esta situacao absurda passa a ser rotina na vida dessas pessoas.
      E ridiculo como o mundo imperialista mostra os muculmanos... O Murat e muculmano mas nunca me tratou como ser inferior ou nada disso... Ele me ajuda nos afazeres de casa, ele me respeita pra caramba, e todos os “mitos” criados em torno da figura dos “terroristas” nao passam de disfarces desses filhos-da-puta...
      Tchau
    • por Marcele
    • 26.Mar.2004 às 03:56 - Permalink - Reportar
    Marcele
  3. grota
    • Pô Cavazotti
      legal depois de um tempão te ler novamente e sentir que a suas palavras continuam com a mesma fervescente essência: não consegue se calar diante de alguns estúpidos acontecimentos.
      Isso é massa.
      Bejim
      Fer
    • por Menina de Amaralina
    • 29.Mar.2004 às 18:14 - Permalink - Reportar
    Menina de Amaralina
    • Os palestinos nao estão realizando ataques terroristas, e sim atos de resistência, estão nos territorios ocupados, vale lembrar OCUPADOS por Israel, terrorismo é o que o governo israelense vem cometendo com os REFUGIADOS PALESTINOS ( o s israelenses atacam campos de refugiados, maior sacanagem, porra,só tem criança, mulheres e idosos, sao uns covardes). assassinam jornalistas, enfermeiros e por ai vai....essa nova ordem mundial emplacada por E.U.A E ISRAEL, dá a impressao de que os muçulmanos sao os culpados, grave engano, quando os judeus tomavam pau no oriente medio, quem os ajudavam eram os arabes por serem povos primos. sempre os acolhendo. Agora essa barbare que nao é noticiada na tv é pura manipulação dos que detem o poder (judeus), mostram o que querem e sempre os judeus e que sao vitimas, por favor , me poupe. ficam relembrando o holocausto, como se tivesse morrido so judeu, porra, morreu tudo que é tipo de gente(detalhe, na epoca nao existia 6 milhoes de judeus, entao como os nazistas poderiam ter assassinados os mesmos seis milhoes, historia deles. tudo bem, que morreu judeu, isso inegavel, mas 6 mi. por favor, quantos no mundo ja nao morreram de fome, de doenças, ou por outras guerras iniciadas pela nova ordem mundial, so em hiroshima e nagasaki morreram mais 1 milhao ao longo do tempo. bom vou ficando por aqui, mas que a justiça seja feita, e os territorios ocupados por Israel devolvidos ao povo que Nunca, Nunca deixou a TERRA SANTA(PALESTINOS, FILISTEUS), diferentemente da diaspora dos judeus, deixando a Palestina para depois de nao sei quantos sec. voltar e reivindicar o que nunca os pertenceram , pois a historia nos ensina oseguinte: quando abraao saiu de Ur, e foi para a terra prometida, lá ele ja encontrou um outro povo que habitava essa regiao, os filisteus. nao preciso dizer mais nada. NAO SOU CONTRA OS JUDEUS, MAS CONTRA OS SIONISTAS, ESTES SIM NAO DEVEM ESCAPAR DA ESPADA. OBS.---soldados sraelenses e pilotos israelenses se negam a atacar alvos civis, imagina, proprio soldado sabe que o que estao fazendo na palestina é uma atrocidade e por este motivo estao se negando a atacar. detalhe , nao sou muçulmano e nem arabe, mas estou com eles.
    • por Luiz Americo.
    • 26.Abr.2004 às 18:02 - Permalink - Reportar
    Luiz Americo.
    • Cordiais Saudações, nobres amigos!

      Para que seja possível a realização de comentários referentes aos judeus - com suportes longe do fictício - envio esta abordagem:

      A história do povo judeu teve seu início com Abraão em 2091 a. C. (considerando 215 anos para a vida dos patriarcas em Canaã, 430 anos para escravidão no Egito, e uma data recuada para o êxodo do Egito - em 1447 a. C.), conforme Merril F. Urger em Arqueology and the Old Testament, Grand Rapids: Zondervan, 1954, págs. 105 - 107.

               Abraão casou-se com Sarah e gerou Isaque, que gerou Esaú e Jacó, que teve o nome mudado para Israel de onde nasceram os israelitas, conhecidos atualmente como judeus. Israel gerou Rubem, Simeão, Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Dã. Gade, Aser, Naftali, José e Benjamim que são os pais das doze tribos de Israel. Uma grande fome abateu a terra e os descendentes de Jacó desceram para o Egito e lá habitaram. O tempo passou e os israelitas se multiplicaram grandemente, lá foram afligidos e escravizados por mais de 400 anos.

               Sob a liderança de Moisés os judeus (nome com o qual os israelitas passaram a ser conhecidos, como conseqüência  por ser Judá a tribo mais numerosa entre as demais), foram conduzidos a libertação em direção a Terra da promessa, Canaã (mais tarde essa área veio a ser conhecida como Síria e Palestina. A designação “Palestina” teve sua origem no nome “Filístia”.

      A fuga do Egito num episódio conhecido como êxodo, quando foi instituída a primeira páscoa (passach em hebraico), passando pelos desertos desertos de Sur, Sim e Zim, num percurso que durou pouco mais de 40 anos, até a chegada à Terra da promessa).

               Eretz Israel passou por várias dominações ao longo da história e, após dois levantes judeus, em 135 d.C. sufocados pela dominação do império romano, responsável pela tentativa da eliminação do nome da pátria judaica, mudando o nome de Jerusalém para “Aélia Capitolina” e transformando Eretz Israel em “Palestina”, para que não houvesse mais lembranças dos judeus (a palavra Palestina vem de Filístia que significa terra dos filisteus - área correspondente a parte da Síria entre o Vale do Jordão, o Mar Morto e a costa oriental do Mediterrâneo. O limite setentrional era uma linha traçada alguns quilômetros ao sul de Tiro até Dã, pelo sopé do Monte Hermom, sempre na direção do oriente, até ao deserto).

      Continua!        
    • por Samuel B. Camêlo
    • 17.Jul.2004 às 02:56 - Permalink - Reportar
    Samuel B. Camêlo
    • Continuação:

      Sem a sua terra e com crescente sentimento anti-judeu aquele povo passou a ser perseguido e odiado por onde quer que se estabelecesse. Como conseqüência da deformação teológica eles foram responsabilizados pela morte do messias, Jesus Cristo, que por sua vez também nasceu judeu e guardaram todos os costumes de sua família, conforme as profecias proferidos centenas de anos antes de seu nascimento.

      No ano 70 d. C. o imperador Vespasiano e seu filho Tito massacraram Jerusalém e incendeiam o Templo. A maior parte dos judeus seguidores de Jesus (Yeshua em hebraico) morre.

      No ano 200 da era cristã Tetuliano escreveu o primeiro manifesto cristão sistemático contra os judeus. Ele considerava a igreja como sendo o verdadeiro e eterno Israel. Depois disso foram publicados uma infinidade de literaturas de característica anti-judaica. Em 250, Cipriano, considerado pai da igreja, escreveu: o diabo é o pai dos judeus. Mais tarde, essa acusação passou a ser encontrada constantemente no anti-judaísmo cristão. Em 415, Agostinho de Hipona escreveu que os judeus carregam a eterna culpa pela morte de Jesus, contradizendo os textos bíblicos que falavam da necessidade de sua morte para a salvação da humanidade.

      A culpa dos judeus pela morte de Jesus é descartada por diversos eruditos e historiadores, entre eles Flávio Josefo (35-100 d.C.), autor de A Guerra Judaica. Convence que a crucificação do Cristo foi apenas mais uma entre milhares para o Império Romano.

      Em 1879, o alemão Wlhelm Marr fundou a Liga Anti-semita, ele é considerado o criador da expressão “anti-semitismo”. Em 1880, o “filosofo do anti-semitismo” Eu gen Duhring publicou sua obra “a questão judaica como questão de raça, nociva à cultura e à existência dos povos”. Todo esse cenário serviu de pano de fundo para aquilo que seria uma das maiores vergonha da humanidade, o holocausto, o extermínio de mais de 6 milhões de judeus com o nazismo alemão de Adolf Hitler.

      Após toda essa trajetória, em 1947, foi aprovado o plano de partilha da ONU, reconhecendo o “novo” Estado de Israel, sendo declarado independente no ano seguinte. Finalmente a terra dos antepassados voltava para o seu povo.

      O povo redimiu e trabalhou a terra e fez com que as áreas desérticas florescessem, literalmente, como agricultores independentes ou, mais freqüentemente, como membros de um kibutz ou de uma cooperativa. Eles eram colonizadores, mais também, eram em sua maior parte, democratas, igualitários e socialistas.

      Milagre é uma palavra apropriadamente utilizada para descrever a continuidade do Estado judeu. Subsistiram a guerra dos árabes e todo o seu poderio bélico, entre 1948 e 1949, terminado num armistício, ao qual se seguiram décadas numa corrida armamentista desesperada, boicote econômico dos árabes, terríveis atos de violência e a guerra total contra a minoria judaica. A promessa milenar permanece e o Estado de Israel é a prova disso.
    • por Samuel B. Camêlo
    • 17.Jul.2004 às 02:57 - Permalink - Reportar
    Samuel B. Camêlo
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